A Galeria Santa Maria Maior apresenta “Novas Cartografias”, de 14 de setembro a 7 de novembro. Inauguração de Mask Open, de José Luís Neto, a 15 de outubro, no âmbito do Imago Lisboa Photo Festival A Galeria Santa Maria Maior apresenta “Novas Cartografias”, de 14 de setembro a 7 de novembro. Se procura conhecer a verdadeira essência da capital portuguesa, Alfama é uma paragem obrigatória. Entre miradouros, monumentos, gastronomia e música, este continua a ser um dos locais mais autênticos e encantadores de Lisboa.
O espaço hoje é dedicado a homenagear a liberdade e a resistência, lembrando e documentando o combate à ditadura em Portugal. Suas ruínas foram descobertas após o terremoto de 1755 e foi só em 1967 que campanhas arqueológicas começaram a expor o que foi um grande teatro voltado para o rio Tejo. A Igreja de Santiago foi reconstruída após o terremoto de 1755 e é lá que começa o caminho português de Santiago. Entrada gratuita nos domingos até às 14 h. Este local histórico guarda um interessante e vasto acervo que mostra a evolução das armas no país, com uma exposição de canhões, uniformes, pinturas e documentos.
Para além do Castelo, os principais monumentos da zona são a Sé, a Igreja de Santo Estêvão e a Igreja de São Vicente de Fora. Por cima e envolvendo Alfama ficam a colina do Castelo de São Jorge, fortaleza e palácio real até ao século XVI, e a colina de São Vicente. As vistas Numeiro Game mais espectaculares sobre Alfama têm-se do passeio público formado pelos miradouros das Portas do Sol, da Torre da Igreja de Santa Cruz do Castelo (a Torre mais alta de Lisboa antiga) e de Santa Luzia. O seu nome deriva do árabe al-hamma (الحمّة), que significa ‘fonte de águas quentes, águas boas’. Fundado em 2017, o Restaurante Fama de Alfama deve o seu nome à música que Ricardo Ribeiro interpretou em homenagem ao bairro de Alfama e às tradicionais casas de fado que o habitam, no filme “Fados” de Carlos Saura.
